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Título: Os portugueses e o mundo
Autor(es): Raquel Vaz-Pinto
Publicação: Lisboa : Fundação Francisco Manuel dos Santos, 2014
Descrição física: 104 +[7] p. 20 cm
Colecção: (Ensaios da Fundação ; vol. 47)
Contém: Na seleção dos temas a tratar, a coleção Ensaios da Fundação obedece aos princípios estatuários da Fundação Francisco Manuel dos Santos: conhecer Portugal, pensar o país e contribuir para a identificação e resolução dos problemas nacionais, assim como promover o debate público. O principal desígnio desta coleção resume-se em duas palavras: pensar livremente.
Resumo: Como olham os portugueses para este mundo do século XXI e o que pensam sobre os actores e questões internacionais? Devemos promover a democracia e os direitos humanos? Quais são as expetativas em relação ao papel da Europa na política internacional? Olhamos para a China como ameaça ou oportunidade? E temos mesmo uma opinião favorável dos EUA? Numa época em que a presença do "internacional" no nosso qotidiano é hoje inegável e tem um papel essencial na vida coletiva, desde a opção europeia ao crescente impacto das potências asiáticas e à interdependência das várias economias a nível global, este ensaio procura compreender o que pensam os portugueses sobre o mundo.
ISBN/ISSN: ISBN 978-989-8662-75-0
Assuntos: Portugal--Política externa
CDU: 327(469)
Veja também: Vaz-Pinto, Raquel 1973 -
Localização: 327(469) VAZ (BMA) - 260192016

Os Portugueses e o mundo

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Título: A agricultura portuguesa : as últimas décadas e perspectivas para o futuro
Autor(es): Francisco Avillez
Publicação: Lisboa : Fundação Francisco Manuel dos Santos, 2014
Descrição física: 114 p. 20 cm
Colecção: (Ensaios da Fundação ; vol. 53)
Contém: Na seleção de temas a tratar, a coleção Ensaios da Fundação obedece aos princípios estatuários da Fundação Francisco Manuel dos Santos: conhecer Portugal, pensar o país de contribuir para a identificação e resolução dos problemas nacionais, assim como promover o debate público. O principal desígnio desta coleção resume-se em duas palavras: pensar livremente
Resumo: Após a adesão de portugal às Comunidades Europeias, a evolução da agricultura portuguesa foi influenciada, no essencial, pelas mudanças ocorridas na Política Agrícola Comum. Nos primeiros anos após a adesão à CEE, os ajustamentos estruturais e as alterações tecnológicas tiveram como consequência uma evolução bastante favorável dos resultados económicos dos ector agrícola nacional e da viabilidade e competitividade das explorações agrícolas portuguesas. A partir de meados dos anos 90, os resultados económicos sectoriais e empresariais da agricultura portuguesa evoluíram de forma desfavorável. São inúmeros os factores que irão influenciar a evolução futura da agricultura portuguesa. Entre eles, importa destacar o comportamento ao longo da próxima década da eficiência económica e da sustentabilidade ambiental dos sistemas de produção agrícola praticados, que irá depender da consistência com que se vierem a aplicar as diferentes medidas e ações que integrem o Programa de Desenvolvimento Rural 2014-2020.
ISBN/ISSN: ISBN 978-989-8819-01-7
Assuntos: Agricultura--Portugal | Portugal--Política agrícola
CDU: 338.43(469)"19/20" | 631(469)"19/20"
Veja também: Avillez, Francisco
Localização: 338.43(469) AVI (BMA) - 260182016

A agricultura portuguesa

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Título: Autoridade
Autor(es): Miguel Morgado
Publicação: Lisboa : Ensaios da Fundação, 2010
Descrição física: 133 p. 20 cm
Colecção: (Ensaios da Fundação ; vol. 6)
Contém: Na seleção dos temas a tratar, a coleção obedece aos princípios estatuários da Fundação Francisco Manuel dos Santos: conhecer Portugal, pensar o país e contribuir para a identificação e resolução dos problemas nacionais, assim como promover o debate público. O principal desígnio desta coleção resume-se em duas palavras: pensar livremente.
Resumo: O que é a autoridade? Hoje é particularmente importante saber responder a esta difícil pergunta. A noção de autoridade tem uma história antiga e complexa. Já conheceu muitos mundos e defrontou muitos inimigos. Já foi disputada pelo céu e pela terra, pelo passado e pelo futuro. Porquê, então, estudar a noção de autoridade? As sociedades contemporâneas têm uma relação algo ambígua com a autoridade. Por um lado, reconhecem a sua necessidade e utilidade. por outro, desconfiam das suas pretensões. Mas qual é o lugar da autoridade nas sociedades democráticas? Será possível e desejável conciliar as aspirações do homem democrático com a autoridade?
ISBN/ISSN: ISBN 978-989-8424-07-5
Assuntos: Autoridade | Poder (Ciências sociais)
CDU: 321.01 | 316.46
Veja também: Morgado, Miguel 1972 -
Localização: 321.01 MIG (BMA) - 260172016

Autoridade

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Título: Propriedade privada: : entre o privilégio e a liberdade
Autor(es): Miguel Nogueira de Brito
Publicação: Lisboa : Fundação Francisco Manuel dos Santos, 2010
Descrição física: 137+[3] p. 20 cm
Colecção: (Ensaios da Fundação ; vol. 7)
Contém: Na seleção dos temas a tratar, esta coleção obedece aos princípios estatutários da Fundação Francisco Manuel dos Santos: conhecer Portugal, pensar o país e contribuir para a identificação e resolução dos problemas nacionais, assim como promover o debate público. O principal desígnio desta coleção resume-se em duas palavras: pensar livremente.
Resumo: A instituição a que chamamos "Propriedade privada" constitui um dos mais constantes traços, na cultura ocidental, da posição do indivíduo em face da sociedade e do poder político, e da articulação entre ambos. Todavia, essa mesma instituição tem suscitado as mais diversas e opostas reações ao longo da História. Um mesmo autor, o filósofo socialista Pierre-Joseph Proudhon (1809-1865), conseguiu mesmo a proeza de afirmar simultaneamente que a "propriedade é o roubo" e que "a propriedade é a liberdade". A persistência, ainda hoje, de reações muito díspares provocadas pela propriedade privada é a prova da necessidade de compreender esta instituição e de tomar posição sobre ela, como condição da compreensão da sociedade em que vivemos.
ISBN/ISSN: ISBN 978-989-8424-11-2
Assuntos: Direito--Filosofia | Propriedade | Filosofia política | Direito constitucional
CDU: 340.1 | 342.7
Veja também: Brito, Miguel Nogueira de
Localização: 340.1 BRI (BMA) - 260162016

Propriedade privada:

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Título: O trabalho, uma visão do mercado
Autor(es): Mário Centeno
Publicação: Lisboa : Fundação Francisco Manuel dos Santos, 2013
Descrição física: 119+[3] p. 20 cm
Colecção: (Ensaios da Fundação ; vol. 31)
Contém: ïna seleção dos temas a tratar, a coleção Ensaios da Fundação obedece aos princípios estatutários da Fundação Francisco Manuel dos Santos: conhecer Portugal, pensar o país e contribuir para a identificação e resolução dos problemas nacionais, assim como promover o debate público. O principal desígnio desta coleção resume-se em duas palavras: pensar livremente.
Resumo: O trabalho, uma visão de mercado faz uma abordagem alargada da organização das relações laborais em Portugal. No topo encontra-se a sua segmentação, que raciona as oportunidades de emprego de forma ineficiente. A emergência dos contratos a prazo como forma quase exclusiva de entrada no mercado de trabalho, bem como a baixa taxa de conversão desses contratos em relações laborais duradouras, promovem o desinvestimento em formação e educação. A flexibilidade salarial que está associada aos contratos a prazo apenas agrava esta situação. Não se remunera o esforço, nem há retorno para os investimentos. Em Portugal leva-se demasiado tempo a voltar ao emprego. ass carateristicas estruturais do desemprego são preocupantes. O desemprego é um período de investimento, mas pode tornar-se um pesadelo se for de longa duração. A duração do desemprego cria estigmas que levam a períodos sem emprego cada vez mais longos. A reduzida oferta de qualificações no emrcado de trabalho é responsável por parte das dificuldades estruturais da economia portuguesa, que se traduzem em baixa produtividade e fraco crescimento potencial. As baixas qualificações limitam, também, as oportunidades dos trabalhadores no mercado de trabalho e estão na génese de uma das maiores desigualdades salariais na Europa. A divergência da economia portuguesa deve-se à má qualidade das suas instituições. A sua transformação passa pela simplificação contratual, pela criação de um quadro correto de incentivos para os investimentos das empresas e dos trabalhadores. Este ensaio mostra um caminho possível. Com o mercado como parceiro.
ISBN/ISSN: ISBN 978-989-8424-76-1
Assuntos: Mercado de trabalho--Qualificações profissionais | Salários--Portugal
CDU: 331.5(469) | 331.2(469)
Veja também: Centeno, Mário 1966 -
Localização: 331.5(469) CEN (BMA) - 260002016

O Trabalho uma visão dem mercado

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Título: Portugal e o mar : à redescoberta da geografia
Autor(es): Tiago Pitta e Cunha
Publicação: Lisboa : Fundação Francisco Manuel dos Santos, 2011
Descrição física: 133+[2] p. 20 cm
Colecção: (Ensaios da Fundação ; vol. 14)
Contém: "Na seleção dos temas a tratar, a coleção Ensaios da Fundação obedece aos princípios estatuários da Fundação Francisco Manuel dos Santos: conhecer Portugal, pensar o país e contribuir para a identificação e resolução dos problemas nacionais, assim como promover o debate público. O principal desígnio desta coleção resume-se em duas palavras: pensar livremente."
Resumo: O mar foi um factor essencial ao desígnio político primordial do estado Novo: a manuetenção do império ultramarino. Depois de afastado esse desígnio, com o 25 de abril e com a adesão europeia, o mar foi dispensado das grandes opções políticas e económicas nacionais. Por isso, ainda hoje somos marcados pela ideia de que o mar é sinónimo de "passado" e assim, continuamos a virar-lhe as costas. Ora a par da língua, o mar é um dos maiores ativos que Portugal possui. Projetado sobre o oceano e prolongando-se nos seus arquipélagos atlânticos, Portugal dispõe da maior região marítima da União europeia. O "mar português" é aliás dos mais vastos do mundo. É tempo de sabermos conjugar a economia com a nossa geografia e aproveitar os seus recursos. Através deste ensaio, procura-se evidenciar o potencial do mar para a nossa economia, dando um contributo para a visão estratégica que os portugueses devem ter quanto ao seu futuro.
ISBN/ISSN: ISBN 978-989-8424-24-2
Assuntos: Recursos marítimos--Gestão--Portugal | Plataforma continental--Portugal | Defesa nacional--Importância do oceano atlântico
CDU: 556(469) | 341.22(469) | 355(469)
Veja também: Cunha, Tiago Pitta e 1967 -
Localização: 556(469) CUN (BMA) - 259992016
556(469) CUN (BMA) - 215712018

Portugal e o mar

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Título: Portugal e o mar
Autor(es): Tiago Pitta e Cunha
Publicação: Lisboa : Fundação Francisco Manuel dos Santos, 2011
Descrição física: 133 p. 20 cm
Colecção: (Ensaios da Fundação ; vol. 35)
ISBN/ISSN: ISBN 978-989-8424-24-2
Veja também: Cunha, Tiago Pitta e 1967 -
Localização: CUN (BMA) - 259992016

Portugal e o mar

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Título: A ciência em Portugal
Autor(es): Carlos Fiolhais
Publicação: Lisboa : fundação Francisco Manuel dos santos, 2011
Descrição física: 112 + [8]p. 20 cm
Colecção: (Ensaios da Fundação. vol. 10)
ISBN/ISSN: ISBN 978-989-8424-14-3
Assuntos: |
Veja também: Fiolhais Carlos, 1956 -
Localização: FIO (BMA) - 260282016

A ciência em Portugal

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Título: Economia moral e política
Autor(es): vítor Bento
Publicação: Lisboa : Fundação Francisco Manuel dos Santos, 2011
Descrição física: 106 [6]p. 20 cm
Colecção: (Ensaios da Fundação ; vol.11)
ISBN/ISSN: ISBN 978-989-8424-20-4
Assuntos: |
Veja também: Bento Vítor
Localização: BEN (BMA) - 260272016

Economia, moral e política

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Título: Portugal: os números
Autor(es): Maria João Valente Rosa ; Paulo Chitas
Publicação: Lisboa : Fundação Francisco Manuel dos Santos, 2010
Descrição física: 106 [1]p. 20 cm
Colecção: (Ensaios da Fundação ; vol. 3)
ISBN/ISSN: ISBN 978-989-8424-04-4
Assuntos: |
Veja também: João Valente Rosa Rosa, 1961 - | Chitas Paulo, 1967 -
Localização: ROS (BMA) - 260202016

Portugal: os números